quinta-feira, 21 de maio de 2020
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
AS TRÊS PENEIRAS
Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras? - indagou o rapaz.
- Sim! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
- Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
(Sócrates)
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras? - indagou o rapaz.
- Sim! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
- Se passou pelas três peneiras, conte! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
(Sócrates)
sábado, 22 de setembro de 2018
Segurando o lápis O Desenvolvimento motor fino de seu filho.
A habilidade da criança em segurar um lápis depende do desenvolvimento de sua coordenação motora fina. Entre 1 e 3 anos a criança usa uma empunhadura com a mão inteira envolvendo o lápis, o que lhe permite fazer movimentos largos mas o impede de formar desenhos mais detalhados. Entre 3 e 4 anos, ele vai segurar o lápis com os primeiros 3 dedos, formando o que se parece com o tripé de uma máquina fotográfica e é chamado de "empunhadura de tripé". Esta empunhadura permite mais agilidade e flexibilidade para a criança desenhar letras específicas.
Apenas quando ele estiver com 5 ou 6 anos sua empunhadura se tornará mais parecida com a de um adulto, com seu polegar e dedo indicador segurando o lápis e seu dedo médio dando estabilidade. Por enquanto, sua criança estará alternando entre uma empunhadura com a mão fechada e a "tripé". Para encorajá-la, crie oportunidades onde ela poderá fortalecer estes três dedos e sentir-se mais confiante:
Envolva uma fita colorida próxima a ponta do lápis. Mostre como você segura o lápis sobre a fita e peça a ela e que o imite.
Estimule jogos com pinos com diferentes tamanhos para que ele fortaleça aqueles três dedos colocando e tirando os pinos no tabuleiro.
Forneça-lhe brinquedos com materiais de diferentes resistências que ele possa apertar (bolas e bisnagas), deformar (massinhas ou bonecos de arame) ou grudar (Lego e blocos).
Faça projetos de arte que desenvolverá a coordenação das mãos e dos dedos. Por exemplo, projetos que requerem espremer tubos de cola, amassar pequenos pedaços de papéis ou criar colagens com massas ajudam a fortalecer o desenvolvimento motor mais fino.
Muitas crianças não desenvolvem esta empunhadura de tripé imediatamente. Não se preocupe se sua criança comece a formar letras enquanto ainda usa o punho fechado. A mudança vai começar por si própria, da mesma forma que o domínio das mãos (quer ela seja destra ou canhota). Se você proporcionar várias experiências para ela sentir-se mais confiante com sua coordenação motora fina e agilidade com os dedos, a empunhadura de tripé vai vir por si própria.
http://www.ebrinquedo.com/152/index.php?option=com_content&view=article&id=54:segurando-o-lapis&catid=36:desenvolvimento&Itemid=60
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Jogos de alfabetização para praticar a leitura e a escrita
domingo, 20 de agosto de 2017
Bullying: brincadeiras que ferem
Bullying: brincadeiras que ferem
Colégio Estadual Gov. Luiz Viana Filho
Ameaças, agressões, humilhações... a escola pode se tornar um verdadeiro inferno para crianças que sofrem nas mãos de seus próprios colegas, ainda mais nos dias de hoje, em que a internet pode potencializar os efeitos devastadores do bullying. Você sabe o que é isso? Onde e como ele ocorre?
Você já ouviu falar de bullying? O termo em inglês pode causar estranhamento a muita gente, mas as atitudes agressivas intencionais e repetitivas que ridicularizam, agridem e humilham pessoas – tão comum entre crianças e jovens – é muito familiar a todos. A palavra inglesa 'bully' significa valentão, brigão. Atos como empurrar, bater, colocar apelidos ofensivos, fazer gestos ameaçadores, humilhar, rejeitar e até mesmo ameaçar sexualmente um colega dentro de uma relação desigual de poder, seja por idade, desenvolvimento físico ou relações com o grupo são classificados como bullying. O problema pode ocorrer em qualquer ambiente social – em casa, no clube, no local de trabalho etc –, mas é na escola que se manifesta com mais freqüência. (...)
O Bullying é um problema mundial, encontrado em qualquer escola, não se restringindo a um tipo específico de instituição. Esse 'fenômeno' começou a ser pesquisado há cerca de dez anos na Europa, quando se descobriu que ele estava por trás de muitas tentativas de suicídio entre adolescentes. Geralmente os pais e a escola não davam muita atenção para o fato, que acreditavam não passava de uma ofensa boba demais para ter maiores conseqüências. No entanto, por não encontrar apoio em casa, o jovem recorria a uma medida desesperada. E no Brasil a situação não é diferente.(...)
Quem já não teve um apelido ofensivo na escola? Ou mesmo sofreu na mão de um grupo de colegas que o transformava em 'bode espiatório' de brincadeiras no colégio? Exemplos não faltam. Entre alguns deles está o da gaúcha Daniele Vuoto, que conta toda a sua história em um blog onde também discute sobre o assunto e troca experiências com outras vítimas desse tipo de agressão, psicológica, física e até de assédio sexual. (...)
"O aluno alvo de bullying se culpa muito pelo que acontece, e é preciso esclarecer isso: um aluno que agride outro, na verdade, também precisa de ajuda, pois está diminuindo o outro para se sentir melhor, e certamente não é feliz com isso, por mais de demonstre o contrário. A turma entra na onda por medo, não por concordar. Enxergar a situação dessa forma pode ajudar muito", conta Daniele.
Porém, a realidade de vítimas que 'sofrem em silêncio', como Daniele explica em seu blog, está mudando. Além de atitudes como a da estudante, em que pessoas utilizam a internet para procurar ajuda e trocar experiências, o assunto vêm ganhando corpo e se tornando pauta de veículos de comunicação de massa, a exemplo das matérias veiculadas no Jornal Nacional, da Rede Globo, e em discussões como a realizada no programa Happy Hour, do canal a cabo GNT. (...)
(Disponível em: http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=revista_educarede.especiais&id_especial=361. Acesso:22 agosto 2010)
Trabalhando com o texto
1. Como o autor define bullying?
2. Por que o termo foi utilizado em inglês?
3. Segundo o texto, esse tipo de atitude precisa ser seriamente enfrentado. Qual sua opinião?
4. Você acredita que o bullying existe na escola apenas pelo fato de que as crianças são diferentes entre si? Explique.
5. Que soluções você apontaria para o problema?
6. Em algum momento, na nossa escola, você se sente vítima de bullying? Justifique sua resposta.
7. Você conhece ou já ouviu falar de alguém na nossa escola, vítima de bullying?
JOGOS BULLYING
http://www.tabuadadivertida.com.br/jogo/jogo-de-bullying
Colégio Estadual Gov. Luiz Viana Filho
Ameaças, agressões, humilhações... a escola pode se tornar um verdadeiro inferno para crianças que sofrem nas mãos de seus próprios colegas, ainda mais nos dias de hoje, em que a internet pode potencializar os efeitos devastadores do bullying. Você sabe o que é isso? Onde e como ele ocorre?
Você já ouviu falar de bullying? O termo em inglês pode causar estranhamento a muita gente, mas as atitudes agressivas intencionais e repetitivas que ridicularizam, agridem e humilham pessoas – tão comum entre crianças e jovens – é muito familiar a todos. A palavra inglesa 'bully' significa valentão, brigão. Atos como empurrar, bater, colocar apelidos ofensivos, fazer gestos ameaçadores, humilhar, rejeitar e até mesmo ameaçar sexualmente um colega dentro de uma relação desigual de poder, seja por idade, desenvolvimento físico ou relações com o grupo são classificados como bullying. O problema pode ocorrer em qualquer ambiente social – em casa, no clube, no local de trabalho etc –, mas é na escola que se manifesta com mais freqüência. (...)
O Bullying é um problema mundial, encontrado em qualquer escola, não se restringindo a um tipo específico de instituição. Esse 'fenômeno' começou a ser pesquisado há cerca de dez anos na Europa, quando se descobriu que ele estava por trás de muitas tentativas de suicídio entre adolescentes. Geralmente os pais e a escola não davam muita atenção para o fato, que acreditavam não passava de uma ofensa boba demais para ter maiores conseqüências. No entanto, por não encontrar apoio em casa, o jovem recorria a uma medida desesperada. E no Brasil a situação não é diferente.(...)
Quem já não teve um apelido ofensivo na escola? Ou mesmo sofreu na mão de um grupo de colegas que o transformava em 'bode espiatório' de brincadeiras no colégio? Exemplos não faltam. Entre alguns deles está o da gaúcha Daniele Vuoto, que conta toda a sua história em um blog onde também discute sobre o assunto e troca experiências com outras vítimas desse tipo de agressão, psicológica, física e até de assédio sexual. (...)
"O aluno alvo de bullying se culpa muito pelo que acontece, e é preciso esclarecer isso: um aluno que agride outro, na verdade, também precisa de ajuda, pois está diminuindo o outro para se sentir melhor, e certamente não é feliz com isso, por mais de demonstre o contrário. A turma entra na onda por medo, não por concordar. Enxergar a situação dessa forma pode ajudar muito", conta Daniele.
Porém, a realidade de vítimas que 'sofrem em silêncio', como Daniele explica em seu blog, está mudando. Além de atitudes como a da estudante, em que pessoas utilizam a internet para procurar ajuda e trocar experiências, o assunto vêm ganhando corpo e se tornando pauta de veículos de comunicação de massa, a exemplo das matérias veiculadas no Jornal Nacional, da Rede Globo, e em discussões como a realizada no programa Happy Hour, do canal a cabo GNT. (...)
(Disponível em: http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=revista_educarede.especiais&id_especial=361. Acesso:22 agosto 2010)
Trabalhando com o texto
1. Como o autor define bullying?
2. Por que o termo foi utilizado em inglês?
3. Segundo o texto, esse tipo de atitude precisa ser seriamente enfrentado. Qual sua opinião?
4. Você acredita que o bullying existe na escola apenas pelo fato de que as crianças são diferentes entre si? Explique.
5. Que soluções você apontaria para o problema?
6. Em algum momento, na nossa escola, você se sente vítima de bullying? Justifique sua resposta.
7. Você conhece ou já ouviu falar de alguém na nossa escola, vítima de bullying?
JOGOS BULLYING
http://www.tabuadadivertida.com.br/jogo/jogo-de-bullying
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Atividade sobre Religião e Religiosidade

Religiosidade e religião são palavras com significados diferentes. Religiosidade é a dimensão do ser humano pela qual ele experimenta o lado espiritual e transcendente da vida, este é um entre outros significados desta palavra.
Uma pessoa pode não participar de nenhuma religião e ainda assim continuar sendo religiosa, isto porque a religiosidade é inerente ao ser humano, isto significa que ele nasce com esta dimensão.
A religiosidade pode ser desenvolvida de uma forma positiva a partir da educação ou formação do senso ético. Essa educação pode acontecer principalmente na família e na comunidade religiosa.
Religião é uma palavra que vem do latim “religio” e significa "ligar a", "unir" ou "juntar". Logo, religião significa ligar o ser humano consigo mesmo, com os outros, com a natureza, com o sagrado e com o transcendente ou imanente.
Pode-se dizer que religião é o encontro do ser humano com o sagrado.
Religião é também a maneira concreta de vivenciar o sentimento religioso por meio das práticas religiosas ou espiritualidades, dos ritos ou cerimônias, símbolos, textos sagrado e normas éticas de conduta.
Muitas religiões contribuem para a humanização das sociedades humanas quando buscam ajudar as pessoas a serem felizes e solidárias umas com as outras, bem como, quando promovem a defesa da vida, do bem comum, da justiça, da paz, da fraternidade e do respeito entre todos os povos.
A religião faz parte da vida de muitas pessoas, sendo um valor importante para elas. Todas as pessoas, não importa a religião que professam, merecem nosso respeito e consideração.
ATIVIDADES:
1) Procure no dicionário o significado das seguintes palavras:
a) dimensão:
b) transcendente:
c) senso:
d) ético (a):
e) comunidade:
f) imanente:
g) sagrado:
h) rito:
i) humanização, humanizar:
j) fraternidade:
k) professar:
2) Releia o texto dado e reescreva abaixo os significados das seguintes palavras:
RELIGIOSIDADE
RELIGIÃO
3) Como as religiões podem contribuir para a humanização das sociedades humanas?
4) Você conhece ou frequenta alguma religião ou igreja? Cite um ensinamento importante desta religião ou igreja que ajuda as pessoas serem mais éticas.
Vida Saudável
Sacolinha de curuja
La scatolina gufo è molto semplice da realizzare ed è stato divertente utilizzare gli avanzi di cartone per creare un progetto creativo simpatico e colorato.
Ideale per realizzare delle bomboniere speciali adatte per ogni occasione, questa modello di scatola si presta anche a tantissimi altri progetti, puoi scoprirne qualcuno nella raccolta bomboniere, infatti puoi trasformarla in un elegante scatolina con juta, o creare leoni e altri personaggi buffi usando la stessa tecnica che ti andrò a proporre adesso.
I materiali sono tutti molto economici e di facile reperibilità, se non possiedi una bigshot puoi disegnare dei cerchi usando il compasso e ritagliarli successivamente con delle normali forbici.
Se anche tu vuoi realizzare delle scatoline gufo ecco il tutorial con il passo a passo e alla fine trovi anche il video tutorial che ti mostra come le ho realizzate io
Scatoline gufo
Materiali
cartoncino ondulato colorato (nel mio caso blu e rosso)
ritagli di carta da scrap o di gomma crepla o carta regalo o feltro
forbici
colla
matita
punzonatore tondo
bigshot (se vuoi sapere di più sulla bigshot clicca qui )
fermacampioni tondi colorati
scatolina fai da te

Dopo aver scaricato il cartamodello della scatolina qui ritagliatelo, vi servirà da supporto per realizzare tutte le scatoline che volete, semplicemente disegnando con una matita il contorno e ritagliando, seguendo poi le linee piegatela
sagoma scatolina fai da te
Con la bigshot e il punzonatore create dei cerchi di dimensioni diverse più grandi per gli occhi e più piccoli per il pancino
come usare la bigshot sizzix con fustella sottile
Ora con la colla cominciata ad incollare tutti i cerchietti fino a creare il pancino
scatola gufo

create con un cerchio diviso in 4 parti il becco e incollate anche quest'ultimo

come utilizzare il punzonatore per realizzare gufo
Con i ferma campioni colorati fissate i cerchi di dimensioni diverse formando i tipici occhioni del gufo
il gufo di carta comincia a prendere forma
Non vi resta che creare un ellissi che dividerete in 2 parti che formeranno le ali della nostra scatola gufosa
completare scatolina

e voilà ecco la nostra scatolina gufo pronta
bomboniere nascita a forma di gufo
Vi basterà cambiare i colori delle carte utilizzate per ottenere versioni diverse dei vostri gufetti
scatole gufo colorate
Educação Religiosa
A Educação Religiosa se trata de uma disciplina descritiva e reflexiva que aborda os fundamentos, costumes e valores das religiões existentes. Os educadores dessa área abordam em suas aulas a importância e dimensão da liberdade religiosa, trazem a tona questionamentos e respostas existentes, analisam o papel das tradições religiosas e a sua influência na estruturação e manutenção das diferentes culturas.
O objetivo da disciplina é propiciar a reflexão do aluno a cerca da realidade que o cerca, por meio de um posicionamento relacionado aos seus limites e linguagens simbólicas que fazem parte da sociedade.
No ambiente escolar, o ensino religioso deve fundamentar-se nos princípios da cidadania e também na compreensão do outro. Essa disciplina não deve ser um aglomerado de conteúdos voltados para a evangelização ou alcance de seguidores de doutrinas.
O objetivo da disciplina é propiciar a reflexão do aluno a cerca da realidade que o cerca, por meio de um posicionamento relacionado aos seus limites e linguagens simbólicas que fazem parte da sociedade.
No ambiente escolar, o ensino religioso deve fundamentar-se nos princípios da cidadania e também na compreensão do outro. Essa disciplina não deve ser um aglomerado de conteúdos voltados para a evangelização ou alcance de seguidores de doutrinas.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Altas Habilidades e superdotação
As crianças com Altas Habilidades não devem apresentar, necessariamente, todas as características abaixo.
(Dados extraídos de MEC 2007 – Quadro 5 – p.44)
1 – Aprende fácil e rapidamente.
2 – É original, imaginativo, criativo, não convencional.
3 – Está sempre bem informado, inclusive em áreas não comuns.
4 – Pensa de forma incomum para resolver problemas.
5 – É persistente, independente, auto-direcionado (faz coisa sem que seja mandado).
6 – Persuasivo, é capaz de influenciar os outros.
7 – Mostra senso comum e pode não tolerar tolices.
8 – Inquisitivo e cético, está sempre curioso sobre o como e o porquê das coisas.
9 – Adapta-se com bastante rapidez a novas situações e a novos ambientes.
10 – É esperto ao fazer coisas com materiais comuns.
11 – Tem muitas habilidades nas artes (música, dança, desenho etc.).
12 – Entende a importância da natureza (tempo, Lua, Sol, estrelas, solo etc.).
13 – Tem vocabulário excepcional, é verbalmente fluente.
14 – Aprende facilmente novas línguas.
15 – Trabalhador independente.
16 – Tem bom julgamento, é lógico.
17 – É flexível e aberto.
18 – Versátil, tem múltiplos interesses, alguns deles acima da idade cronológica.
19 – Mostra sacadas e percepções incomuns.
20 – Demonstra alto nível de sensibilidade e empatia com os outros.
21 – Apresenta excelente senso de humor.
22 – Resiste à rotina e à repetição.
23 – Expressa idéias e reações, freqüentemente de forma argumentativa.
24 – É sensível à verdade e à honra.
No caso de Alto Habilidosos Cognitivos:
1- Vocabulário avançado
2- Perfeccionismo
3- Críticos
4- Contestadores
5- Não gostam de rotina
6- Grande interesse por temas abordados por adultos
7- Facilidade de expressão
8- Desafia professor e colegas
9- Conseguem monopolizar atenção de professor e colegas
10-Preferem geralmente trabalhar de forma individual
Por causa da falta de estímulo recebido em casa e na escola, estas crianças podem apresentar:
1- Baixo rendimento escolar, por falta de interesse nos conteúdos ministrados pelas escola
2- Decepção e frustração por não se sentirem atendidos nem compreendidos.
3- Desinteresse nos estudos.
4- Comportamento inadequado. Muitas vezes confundido com: hiperativos, com crianças com distúrbios comportamentais ou déficit de concentração.
Fonte de pesquisa:http://apahsd.org.br/caracteristicas-dos-alto-habilidosos/
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Dislessia, non si cura ma si corregge Ne è affetto il 3 per cento della popolazione, il diritto allo studio
La prima «dis» di cui si è sentito parlare è stata la dislessia, a ruota sono arrivate la discalculia e la disgrafia. Ma quante sono le persone in Italia che soffrono di uno di questi DSA, ovvero «disturbo specifico dell’apprendimento»? Una stima prudente dice circa il 3% della popolazione. Percentuale ben inferiore a quel 10% che si vede spesso citare ma che fa riferimento a studi e analisi condotte in Paesi in cui si parla inglese lingua non «trasparente» a differenza dell’italiano in cui a ogni suono corrisponde sempre e solo una lettera e che rende ai dislessici la vita meno difficile . Più che di «sovradiagnosi» - sospetto dei molti che insistono a ritenere la dislessia i se non una patologia inventata qualcosa di molto simile - nel nostro Paese, sostiene la maggior parte degli esperti, si dovrebbe parlare di «sottodiagnosi», non solo per i criteri stretti adottati per la diagnosi, ma perché molti casi di DSA non vengono neppure «sospettati» . Impedendo così a molti bambini e ragazzi di far appello alla legge dell’8 ottobre 2010, numero 170, che prevede, per chi soffre di un DSA ,una serie di strumenti e attenzioni a tutela del diritto allo studio.
DEFINIZIONI E TECNICHE DI RECUPERO - Ma che cos’è esattamente la dislessia, ci si potrebbe chiedere a questo punto? Esiste una definizione chiara? E come si «cura»? E le altre «dis»? Come ricorda Giacomo Stella, professore di psicologia clinica alla Facoltà di scienze della formazione all’Università di Modena e Reggio, «la dislessia è una patologia su base neurobiologica che non si può guarire, nel senso di andare a “correggere” l’area del cervello coinvolta, ma per la quale si può fare molto altro, per esempio insegnando tecniche di lettura specifiche». Quanto alla disgrafia, nasce da un carente controllo della motricità fine e si traduce in una scrittura disordinata e di difficile comprensione; mentre la discalculia, o «cecità al numero», (che pure coinvolge precise aree cerebrali, diverse però da quelle della dislessia) è un deficit che si manifesta nel riconoscimento dei numeri e nella comparazione di quantità semplici, nella difficoltà a distinguere maggiore da minore e perfino a capire se 3 è maggiore o minore di 5. Tanto per la discalculia, quanto per la dislessia e la disgrafia, è difficile dire qual sia la tecnica di recupero migliore e quali siano gli «esercizi» più adatti per ridurne l’impatto, tutti gli esperti concordano però nel dire che ogni intervento (che almeno inizialmente sarebbe bene fosse affidato a un logopedista) dovrebbe essere misurato su «quel» bambino o quel ragazzo. E dovrebbe iniziare il più presto possibile.
11 ottobre 2013
© RIPRODUZIONE RISERVATA
Daniela Natali
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Os benefícios da dança na infância:
Estimula a circulação sanguínea e o
sistema respiratório.
Favorece a eliminação de gorduras.
Contribui para a correção de más
posturas.
Exercita a coordenação motora, a
agilidade dos movimentos e equilíbrio.
Colabora no desenvolvimento muscular
e articular.
Ajuda na socialização para vencer a timidez.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
domingo, 26 de março de 2017
PÁSCOA
Origens do termo, Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos
As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Símbolos do Páscoa e seus significados
Principais símbolos da Páscoa e o que significam, ovos, coelho, cordeiro, círio pascal e outros símbolos
Coelho da páscoa: simboliza a fertilidade e a esperança de vida nova.
Ovos de Páscoa: assim como o coelho, o simbolismo dos ovos está relacionado com uma nova vida e com a fertilidade.
Cordeiro: Moisés sacrificou um cordeiro em homenagem e agradecimento à Deus pela libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Também simboliza, do ponto de vista cristão, Jesus Cristo, que foi crucificado para libertar os homens de seus pecados.
Sinos: são eles que anunciam, nas igrejas católicas, a ressureição de Cristo no domingo de Páscoa.
Círio Pascal: é uma vela acessa com as letras gregas "alfa" e "ômega" (início e fim). A luz da vela representa a ressureição de Cristo.
Colomba pascal: criado na Itália, é um pão doce em formato de pomba. A pomba simboliza a paz de Cristo e também a presença do Espírito Santo.
Pão e vinho: simbolizam o corpo e o sangue de Cristo. Jesus repartiu o pão e o vinho com seus discípulos na Última Ceia (Santa Ceia).
SITE: http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm
http://picasaweb.google.com/lh/view?q=coelho+da+pascoa&uname=atividadesescolares&psc=G&filter=1#5190949684002294274
As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Símbolos do Páscoa e seus significados
Principais símbolos da Páscoa e o que significam, ovos, coelho, cordeiro, círio pascal e outros símbolos
Coelho da páscoa: simboliza a fertilidade e a esperança de vida nova.
Ovos de Páscoa: assim como o coelho, o simbolismo dos ovos está relacionado com uma nova vida e com a fertilidade.
Cordeiro: Moisés sacrificou um cordeiro em homenagem e agradecimento à Deus pela libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Também simboliza, do ponto de vista cristão, Jesus Cristo, que foi crucificado para libertar os homens de seus pecados.
Sinos: são eles que anunciam, nas igrejas católicas, a ressureição de Cristo no domingo de Páscoa.
Círio Pascal: é uma vela acessa com as letras gregas "alfa" e "ômega" (início e fim). A luz da vela representa a ressureição de Cristo.
Colomba pascal: criado na Itália, é um pão doce em formato de pomba. A pomba simboliza a paz de Cristo e também a presença do Espírito Santo.
Pão e vinho: simbolizam o corpo e o sangue de Cristo. Jesus repartiu o pão e o vinho com seus discípulos na Última Ceia (Santa Ceia).
SITE: http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm
http://picasaweb.google.com/lh/view?q=coelho+da+pascoa&uname=atividadesescolares&psc=G&filter=1#5190949684002294274
segunda-feira, 20 de março de 2017
Síndrome de Tourette
A síndrome de Tourette, também conhecida como síndrome de la Tourette (SGT ou ST), é um distúrbio neuropsiquiátrico que caracteriza-se por múltiplos tiques, motores ou vocais, que perdura por mais de um ano e normalmente instala-se na infância.
Foi primeiramente descrita em 1825, pelo médico francês Jean Marc Gaspard Itard, responsável por diagnosticar a afecção na Marquesa de Diampierre. Contudo, foi apenas em 1884 que esta doença foi denominada síndrome de Gilles de la Tourette, quando o estudando de medicina Gilles de la Tourette publicou um relato da patologia.
Normalmente, a síndrome inicia-se durante a infância ou juventude de um indivíduo, ocasionalmente tornando-se crônica. No entanto, habitualmente durante a vida adulta, os sintomas tendem a amenizar.
Na grande maioria dos casos (80%), a manifestação clínica inicial da doença são os tiques motores. Estes englobam piscar, franzir a testa, contrair a musculatura da face, balançar a cabeça, contrair em trancos os músculos do abdômen ou outros grupos musculares, bem como outros movimentos mais elaborados, como tocar ou bater em objetos que se encontram próximos.
Também existem os tiques vocais, que abrangem ruídos não articulados, como tossir, fungar ou limpar a garganta e emissão parcial ou total de palavras. Em menos da metade dos casos, observam-se a coprolalia e copropraxia, que é a utilização involuntária de palavras e gestos obscenos, respectivamente; a expressão de insultos, a repetição de um som, palavra ou frase referida por outra pessoa, que recebe o nome de ecolalia.
Por Débora Carvalho Meldau
Foi primeiramente descrita em 1825, pelo médico francês Jean Marc Gaspard Itard, responsável por diagnosticar a afecção na Marquesa de Diampierre. Contudo, foi apenas em 1884 que esta doença foi denominada síndrome de Gilles de la Tourette, quando o estudando de medicina Gilles de la Tourette publicou um relato da patologia.
Normalmente, a síndrome inicia-se durante a infância ou juventude de um indivíduo, ocasionalmente tornando-se crônica. No entanto, habitualmente durante a vida adulta, os sintomas tendem a amenizar.
Na grande maioria dos casos (80%), a manifestação clínica inicial da doença são os tiques motores. Estes englobam piscar, franzir a testa, contrair a musculatura da face, balançar a cabeça, contrair em trancos os músculos do abdômen ou outros grupos musculares, bem como outros movimentos mais elaborados, como tocar ou bater em objetos que se encontram próximos.
Também existem os tiques vocais, que abrangem ruídos não articulados, como tossir, fungar ou limpar a garganta e emissão parcial ou total de palavras. Em menos da metade dos casos, observam-se a coprolalia e copropraxia, que é a utilização involuntária de palavras e gestos obscenos, respectivamente; a expressão de insultos, a repetição de um som, palavra ou frase referida por outra pessoa, que recebe o nome de ecolalia.
Por Débora Carvalho Meldau
quinta-feira, 16 de março de 2017
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