quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Posso ter defeitos...
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…
(Fernando Pessoa)
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…
(Fernando Pessoa)
Estudo descobre evidência de que hiperatividade é genética
Um novo estudo publicado no site do jornal médico "The Lancet" na quarta-feira (29) descobriu uma evidência de que o distúrbio conhecido como TDAH (deficit de atenção e hiperatividade) pode ser genético. As crianças com o problema têm duas vezes mais chance de ter cromossomos ausentes ou excedentes do que as normais.
Pesquisadores britânicos compararam os genomas de 366 crianças brancas britânicas de 5 a 17 anos com TDAH aos de mais de 1.000 crianças sem o transtorno. Os cientistas focalizaram uma sequência de genes ligados ao desenvolvimento do cérebro, previamente associados a condições como autismo e esquizofrenia.
Cerca de 7% das crianças sem TDAH tinham excluído ou dobrado os cromossomos na sequência do gene analisado. Mas entre as crianças com a desordem, os pesquisadores levantaram que cerca de 14% tinham alterações genéticas.
"Esta é a primeira vez que descobrimos que as crianças com TDAH têm uma parte do DNA duplicado ou faltando", disse Anita Thapar, professora do Centro de Neuropsiquiatria Genética e Genômica da Universidade de Cardiff, que liderou o estudo.
Ela disse que os resultados ainda não afetam o diagnóstico ou o tratamento e são aplicáveis apenas aos caucasianos, pois os estudos não foram feitos com outras etnias.
Estima-se que o distúrbio afeta milhões de crianças ao redor do mundo e os cientistas sempre pensaram que a doença tivesse um componente genético.
Especialistas dos EUA acreditam que o TDAH atinge entre 3% e 5% das crianças em idade escolar no país. Não há números para as nações em desenvolvimento.
O estudo foi pago pela Action Research, Thomas Baily Charitable Trust, Wellcome Trust, Britain's Medical Research Council e pela União Europeia.
Peter Burbach, professor de neurociência molecular na Universidade e Centrol Médico Utrecht, na Holanda, foi surpreendido por alguns dos defeitos genéticos encontrados para o TDAH, idênticos aos do autismo e esquizofrenia. Ele não participou da pesquisa do "Lancet".
"Há uma grande chance de o meio ambiente modificar esses genes", disse Burbach, acrescentando que os genes podem levar a diversos transtornos cerebrais, dependendo da educação da criança ou de outros fatores genéticos.
Ele também acredita que os cientistas estão perto de reverter o distúrbio.
"Esta não é uma anormalidade estrutural do cérebro, é apenas a última fase do desenvolvimento que não deu certo", disse ele. "Poderia ser que o cérebro só precisa ser afinado."
Philip Asherson, professor de psiquiatria molecular no Instituto de Psiquiatria do King's College London, disse que o estudo apenas tratou um subgrupo de pessoas com TDAH e que o ambiente ainda deve ser considerado uma causa. No caso de alguns órfãos romenos, Asherson disse que não havia prova de que a privação severa em uma idade precoce pode levar ao TDAH ou a outros problemas neurológicos.
Asherson disse que o mundo médico ainda está a anos de distância de corrigir o distúrbio.
"O estudo não nos diz muito sobre o que está acontecendo no cérebro das pessoas com TDAH", disse ele. "Se pudermos descobrir mais sobre esses genes e como eles afetam o desenvolvimento do cérebro, vamos progredir, mas é difícil dizer quando isso vai acontecer."
domingo, 26 de setembro de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Mercado de trabalho
Mesmo sem o reconhecimento, o psicopedagogo vem conquistando seu espaço no mercado, além das escolas. Na área de saúde, seu papel é melhorar qualidade de vida dos seus pacientes e nos recursos humanos, sua atuação está direcionada ao desenvolvimento individual e coletivo do corpo de funcionários.
Especialista em aprendizagem humana, profissional pode
atuar nas áreas da saúde, recursos humanos e educação
Capacitado para compreender o ser humano desde sua formação neurobiológica, psico axiológica (da personalidade humana) e pedagógica, nas distintas etapas evolutivas ou ciclos vitais da pessoa, o psicopedagogo investiga e trabalha com os processos de ensino e aprendizagem e também com as dificuldades de aprendizagem que uma criança, adolescente ou adulto possam apresentar.
“O profissional atua também nas escolas, instituições e empresas analisando e assinalando os fatores que favorecem (metodologias), intervém ou prejudicam uma boa aprendizagem. Propõe e ajuda o desenvolvimento dos projetos favoráveis a mudanças, também Psicoprofilaticamente“, explica a psicopedagoga e diretora e coordenadora do portal Psicopedagogia On Line(www.psicopedagogia.com.br), Maria Alice L. Pinto. Pode também, conduzir processos de orientação vocacional e ocupacional, além de integrar equipes inter e transdisciplinares.
MERCADO DE TRABALHO
Crescente, o mercado para o psicopedagogo está além das escolas. Nas particulares, este profissional pode ser encontrado em cargos de coordenação atuando junto aos professores e demais envolvidos no processo de aprendizagem.
Outras áreas são a de saúde e também em empresas, atuando junto aos recursos humanos. “Nas instituições de saúde mental o papel principal do psicopedagogo é promover uma melhor qualidade de vida dos seus pacientes e procurar garantir-lhes uma relação sadia e o mais “normal” possível com a sua comunidade.
Para que o paciente psiquiátrico possa se relacionar em sociedade é necessário que ele ‘aprenda’ a aprender. E a função do psicopedagogo é exatamente promover a aprendizagem efetiva”, diz a coordenadora do Programa Psicologia Educacional do UNIFIEO, professora-doutora Márcia Siqueira de Andrade. Segundo ela, nas empresas, a atuação deste profissional está direcionada para o desenvolvimento individual e coletivo do corpo de funcionários.
O salário do profissional gira em torno de R$ 1.900,00 a R$ 2.500,00
Especialista em aprendizagem humana, profissional pode
atuar nas áreas da saúde, recursos humanos e educação
Capacitado para compreender o ser humano desde sua formação neurobiológica, psico axiológica (da personalidade humana) e pedagógica, nas distintas etapas evolutivas ou ciclos vitais da pessoa, o psicopedagogo investiga e trabalha com os processos de ensino e aprendizagem e também com as dificuldades de aprendizagem que uma criança, adolescente ou adulto possam apresentar.
“O profissional atua também nas escolas, instituições e empresas analisando e assinalando os fatores que favorecem (metodologias), intervém ou prejudicam uma boa aprendizagem. Propõe e ajuda o desenvolvimento dos projetos favoráveis a mudanças, também Psicoprofilaticamente“, explica a psicopedagoga e diretora e coordenadora do portal Psicopedagogia On Line(www.psicopedagogia.com.br), Maria Alice L. Pinto. Pode também, conduzir processos de orientação vocacional e ocupacional, além de integrar equipes inter e transdisciplinares.
MERCADO DE TRABALHO
Crescente, o mercado para o psicopedagogo está além das escolas. Nas particulares, este profissional pode ser encontrado em cargos de coordenação atuando junto aos professores e demais envolvidos no processo de aprendizagem.
Outras áreas são a de saúde e também em empresas, atuando junto aos recursos humanos. “Nas instituições de saúde mental o papel principal do psicopedagogo é promover uma melhor qualidade de vida dos seus pacientes e procurar garantir-lhes uma relação sadia e o mais “normal” possível com a sua comunidade.
Para que o paciente psiquiátrico possa se relacionar em sociedade é necessário que ele ‘aprenda’ a aprender. E a função do psicopedagogo é exatamente promover a aprendizagem efetiva”, diz a coordenadora do Programa Psicologia Educacional do UNIFIEO, professora-doutora Márcia Siqueira de Andrade. Segundo ela, nas empresas, a atuação deste profissional está direcionada para o desenvolvimento individual e coletivo do corpo de funcionários.
O salário do profissional gira em torno de R$ 1.900,00 a R$ 2.500,00
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Disgrafia
O que é:
A disgrafia é também chamada de letra feia. Isso acontece devido a uma incapacidade de recordar a grafia da letra. Ao tentar recordar este grafismo escreve muito lentamente o que acaba unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível.
Algumas crianças com disgrafia possui também uma disortografia amontoando letras para esconder os erros ortográficos. Mas não são todos disgráficos que possuem disortografia
A disgrafia, porém, não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.
Carcaterísticas:
- Disgrafia motora (discaligrafia): a criança consegue falar e ler, mas encontra dificuldades na coordenação motora fina para escrever as letras, palavras e números, ou seja, vê a figura gráfica, mas não consegue fazer os movimentos para escrever
- Disgrafia perceptiva: não consegue fazer relação entre o sistema simbólico e as grafias que representam os sons, as palavras e frases. Possui as características da dislexia sendo que esta está associada à leitura e a disgrafia está associada à escrita.
O tratamento requer uma estimulação lingüística global e um atendimento individualizado complementar à escola.
Os pais e professores devem evitar repreender a criança.
Reforçar o aluno de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista.
Na avaliação escolar dar mais ênfase à expressão oral.
Evitar o uso de canetas vermelhas na correção dos cadernos e provas.
Conscientizar o aluno de seu problema e ajudá-lo de forma positiva.
Por Simaia Sampaio
Postado por Adriana Rebouças
Carcaterísticas:
- Lentidão na escrita.
- Letra ilegível.
- Escrita desorganizada.
- Traços irregulares: ou muito fortes que chegam a marcar o papel ou muito leves.
- Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial.
- Desorganização do texto, pois não observam a margem parando muito antes ou ultrapassando. Quando este último acontece, tende a amontoar letras na borda da folha.
- Desorganização das letras: letras retocadas, hastes mal feitas, atrofiadas, omissão de letras, palavras, números, formas distorcidas, movimentos contrários à escrita (um S ao invés do 5 por exemplo).
- Desorganização das formas: tamanho muito pequeno ou muito grande, escrita alongada ou comprida.
- O espaço que dá entre as linhas, palavras e letras são irregulares.
- Liga as letras de forma inadequada e com espaçamento irregular.
O disgráfico não apresenta características isoladas, mas um conjunto de algumas destas citadas acima.
Tipos:
Podemos encontrar dois tipos de disgrafia:
Tratamento e orientações:
Postado por Adriana Rebouças
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