terça-feira, 13 de junho de 2017

Altas Habilidades e superdotação


As crianças com Altas Habilidades não devem apresentar, necessariamente, todas as características abaixo.

(Dados extraídos de MEC 2007 – Quadro 5 – p.44)

1 – Aprende fácil e rapidamente.

2 – É original, imaginativo, criativo, não convencional.

3 – Está sempre bem informado, inclusive em áreas não comuns.

4 – Pensa de forma incomum para resolver problemas.

5 – É persistente, independente, auto-direcionado (faz coisa sem que seja mandado).

6 – Persuasivo, é capaz de influenciar os outros.

7 – Mostra senso comum e pode não tolerar tolices.

8 – Inquisitivo e cético, está sempre curioso sobre o como e o porquê das coisas.

9 – Adapta-se com bastante rapidez a novas situações e a novos ambientes.

10 – É esperto ao fazer coisas com materiais comuns.

11 – Tem muitas habilidades nas artes (música, dança, desenho etc.).

12 – Entende a importância da natureza (tempo, Lua, Sol, estrelas, solo etc.).

13 – Tem vocabulário excepcional, é verbalmente fluente.

14 – Aprende facilmente novas línguas.

15 – Trabalhador independente.

16 – Tem bom julgamento, é lógico.

17 – É flexível e aberto.

18 – Versátil, tem múltiplos interesses, alguns deles acima da idade cronológica.

19 – Mostra sacadas e percepções incomuns.

20 – Demonstra alto nível de sensibilidade e empatia com os outros.

21 – Apresenta excelente senso de humor.

22 – Resiste à rotina e à repetição.

23 – Expressa idéias e reações, freqüentemente de forma argumentativa.

24 – É sensível à verdade e à honra.



No caso de Alto Habilidosos Cognitivos:

1- Vocabulário avançado

2- Perfeccionismo

3- Críticos

4- Contestadores

5- Não gostam de rotina

6- Grande interesse por temas abordados por adultos

7- Facilidade de expressão

8- Desafia professor e colegas

9- Conseguem monopolizar atenção de professor e colegas

10-Preferem geralmente trabalhar de forma individual



Por causa da falta de estímulo recebido em casa e na escola, estas crianças podem apresentar:

1- Baixo rendimento escolar, por falta de interesse nos conteúdos ministrados pelas escola

2- Decepção e frustração por não se sentirem atendidos nem compreendidos.

3- Desinteresse nos estudos.

4- Comportamento inadequado. Muitas vezes confundido com: hiperativos, com crianças com distúrbios comportamentais ou déficit de concentração.

Fonte de pesquisa:http://apahsd.org.br/caracteristicas-dos-alto-habilidosos/

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Dislessia, non si cura ma si corregge Ne è affetto il 3 per cento della popolazione, il diritto allo studio



La prima «dis» di cui si è sentito parlare è stata la dislessia, a ruota sono arrivate la discalculia e la disgrafia. Ma quante sono le persone in Italia che soffrono di uno di questi DSA, ovvero «disturbo specifico dell’apprendimento»? Una stima prudente dice circa il 3% della popolazione. Percentuale ben inferiore a quel 10% che si vede spesso citare ma che fa riferimento a studi e analisi condotte in Paesi in cui si parla inglese lingua non «trasparente» a differenza dell’italiano in cui a ogni suono corrisponde sempre e solo una lettera e che rende ai dislessici la vita meno difficile . Più che di «sovradiagnosi» ­­- sospetto dei molti che insistono a ritenere la dislessia i se non una patologia inventata qualcosa di molto simile - nel nostro Paese, sostiene la maggior parte degli esperti, si dovrebbe parlare di «sottodiagnosi», non solo per i criteri stretti adottati per la diagnosi, ma perché molti casi di DSA non vengono neppure «sospettati» . Impedendo così a molti bambini e ragazzi di far appello alla legge dell’8 ottobre 2010, numero 170, che prevede, per chi soffre di un DSA ,una serie di strumenti e attenzioni a tutela del diritto allo studio.

DEFINIZIONI E TECNICHE DI RECUPERO - Ma che cos’è esattamente la dislessia, ci si potrebbe chiedere a questo punto? Esiste una definizione chiara? E come si «cura»? E le altre «dis»? Come ricorda Giacomo Stella, professore di psicologia clinica alla Facoltà di scienze della formazione all’Università di Modena e Reggio, «la dislessia è una patologia su base neurobiologica che non si può guarire, nel senso di andare a “correggere” l’area del cervello coinvolta, ma per la quale si può fare molto altro, per esempio insegnando tecniche di lettura specifiche». Quanto alla disgrafia, nasce da un carente controllo della motricità fine e si traduce in una scrittura disordinata e di difficile comprensione; mentre la discalculia, o «cecità al numero», (che pure coinvolge precise aree cerebrali, diverse però da quelle della dislessia) è un deficit che si manifesta nel riconoscimento dei numeri e nella comparazione di quantità semplici, nella difficoltà a distinguere maggiore da minore e perfino a capire se 3 è maggiore o minore di 5. Tanto per la discalculia, quanto per la dislessia e la disgrafia, è difficile dire qual sia la tecnica di recupero migliore e quali siano gli «esercizi» più adatti per ridurne l’impatto, tutti gli esperti concordano però nel dire che ogni intervento (che almeno inizialmente sarebbe bene fosse affidato a un logopedista) dovrebbe essere misurato su «quel» bambino o quel ragazzo. E dovrebbe iniziare il più presto possibile.

11 ottobre 2013
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Daniela Natali

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Os benefícios da dança na infância:


 Estimula a circulação sanguínea e o
sistema respiratório.
 Favorece a eliminação de gorduras.
 Contribui para a correção de más
posturas.
 Exercita a coordenação motora, a
agilidade dos movimentos e equilíbrio.
 Colabora no desenvolvimento muscular
e articular.
 Ajuda na socialização para vencer a timidez.

domingo, 26 de março de 2017

PÁSCOA

Origens do termo, Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos
As origens do termo
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
Entre as civilizações antigas
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Símbolos do Páscoa e seus significados
Principais símbolos da Páscoa e o que significam, ovos, coelho, cordeiro, círio pascal e outros símbolos
Coelho da páscoa: simboliza a fertilidade e a esperança de vida nova.
Ovos de Páscoa: assim como o coelho, o simbolismo dos ovos está relacionado com uma nova vida e com a fertilidade.
Cordeiro: Moisés sacrificou um cordeiro em homenagem e agradecimento à Deus pela libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Também simboliza, do ponto de vista cristão, Jesus Cristo, que foi crucificado para libertar os homens de seus pecados.
Sinos: são eles que anunciam, nas igrejas católicas, a ressureição de Cristo no domingo de Páscoa.
Círio Pascal: é uma vela acessa com as letras gregas "alfa" e "ômega" (início e fim). A luz da vela representa a ressureição de Cristo.
Colomba pascal: criado na Itália, é um pão doce em formato de pomba. A pomba simboliza a paz de Cristo e também a presença do Espírito Santo.
Pão e vinho: simbolizam o corpo e o sangue de Cristo. Jesus repartiu o pão e o vinho com seus discípulos na Última Ceia (Santa Ceia).

SITE: http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm
http://picasaweb.google.com/lh/view?q=coelho+da+pascoa&uname=atividadesescolares&psc=G&filter=1#5190949684002294274

segunda-feira, 20 de março de 2017

Dia Internacional da Síndrome de Down

Síndrome de Tourette

A síndrome de Tourette, também conhecida como síndrome de la Tourette (SGT ou ST), é um distúrbio neuropsiquiátrico que caracteriza-se por múltiplos tiques, motores ou vocais, que perdura por mais de um ano e normalmente instala-se na infância.

Foi primeiramente descrita em 1825, pelo médico francês Jean Marc Gaspard Itard, responsável por diagnosticar a afecção na Marquesa de Diampierre. Contudo, foi apenas em 1884 que esta doença foi denominada síndrome de Gilles de la Tourette, quando o estudando de medicina Gilles de la Tourette publicou um relato da patologia.


Normalmente, a síndrome inicia-se durante a infância ou juventude de um indivíduo, ocasionalmente tornando-se crônica. No entanto, habitualmente durante a vida adulta, os sintomas tendem a amenizar.

Na grande maioria dos casos (80%), a manifestação clínica inicial da doença são os tiques motores. Estes englobam piscar, franzir a testa, contrair a musculatura da face, balançar a cabeça, contrair em trancos os músculos do abdômen ou outros grupos musculares, bem como outros movimentos mais elaborados, como tocar ou bater em objetos que se encontram próximos.

Também existem os tiques vocais, que abrangem ruídos não articulados, como tossir, fungar ou limpar a garganta e emissão parcial ou total de palavras. Em menos da metade dos casos, observam-se a coprolalia e copropraxia, que é a utilização involuntária de palavras e gestos obscenos, respectivamente; a expressão de insultos, a repetição de um som, palavra ou frase referida por outra pessoa, que recebe o nome de ecolalia.

Por Débora Carvalho Meldau